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ESTUDO DA FREQUÊNCIA DE CONDUÇÃO DA INCIDÊNCIA PERFIL
TRANSTORÁCICO PARA TRAUMATISMOS DE ÚMERO
Joice Heloiza, Ana Paula, Jakeline de Jesus, Hygor Alves
INTRODUÇÃO
Fraturas ósseas geralmente ocorrem após um trauma físico, excesso de esforço físico ou condições patológicas e podem ser
caracterizadas como rupturas que resultam na descontinuidade completa ou incompleta da diáfise ou epífise do osso. Para o
diagnóstico e avaliação radiográfica de fraturas do úmero, normalmente, utiliza-se as incidências de rotina em anteroposterior (AP) e
lateral do osso. O presente estudo objetiva avaliar se a incidência perfil transtorácico do úmero é conduzida por profissionais das
técnicas radiográficas em seus serviços e como se dá a rotina radiográfica na prática frente fraturas de úmero, visando sempre a
integridade do paciente e de um diagnóstico preciso, apesar da técnica não ser a melhor se tratando de abundância de informações
anatomopatológicas.
METODOLOGIA
Foi utilizado como ferramenta essencial para aquisição dos
resultados obtidos um questionário aplicado de forma virtual,
tendo como público alvo técnicos e tecnólogos em Radiologia.
Foram entrevistados ao todo 78 profissionais. O objetivo do
questionário é coletar informações para estudo da frequência
de condução da incidência Perfil Transtorácico em
traumatismos de úmero.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Figura 1 - estatística quanto à utilização da técnica Perfil
Transtorácico
Logo após, os participantes foram questionados sobre quais
incidências são realizadas e como se dá sua atuação nos casos de
traumatismos de úmero. A maioria alega utilizar as incidências AP e
Perfil de úmero. Cerca de 30 participantes acreditam que essas duas
incidências seja as mais adequadas em se tratando de pacientes
acometidos por trauma de úmero.
CONCLUSÃO
Fraturas podem vir apresentar em diferentes graus, de modo que
traumatismos de grau mais elevado exijam técnicas que normalmente
não seriam utilizadas. A incidência Perfil Transtorácico de Úmero é a
técnica que melhor atende a necessidade tanto do paciente quanto do
profissional e deve ser sempre considerada nestas situações em
particular.
REFERÊNCIAS
BONTRAGER, Kenneth L.; LAMPIGNANO, John. Textbook of
radiographic positioning and related Anatomy-E-Book. Elsevier
Health Sciences, 2013.
MORAES, Anderson; SIQUEIRA, André. Posicionamento Radiográfico.
GUANABARA, 26 de set. de 2016. 200 páginas.
BENEGAS, Eduardo et al. Fraturas da diáfise do úmero. Revista
Brasileira de Ortopedia, v. 45, n. 1, p. 12-16, 2010.
Tabela 1- Perfil dos participantes

